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Alatur JTB lança plataforma digital para gerenciar viagens de PME

Fonte: Valor Econômico

A Alatur JTB, uma das três maiores operadoras de viagens de negócios no Brasil, lançou a agência on-line, a AJ Viagens on-line, para atrair pequenas e médias empresas. A meta é que essa operação represente de 10% a 15% das vendas brutas geradas pelo grupo no Brasil dentro de três anos.

“Nosso plano de negócios estima que em três anos essa agência on-line vai intermediar vendas de cerca de R$ 300 milhões”, disse o diretor de Suporte e Operações da Alatur JTB, Luiz Caetano, que não revelou o investimento.

Em entrevista ao Valor em setembro do ano passado, o presidente da companhia, Eduardo Kina, disse que o plano de investimento da Alatur JTB para o período 2016-2018 previa R$ 13 milhões em tecnologia.

O grupo nipo-brasileiro gerou em 2015 vendas — intermediação na comercialização de passagens aéreas, diárias de hotéis, pacotes de viagens — no valor de R$ 2 bilhões. A meta da companhia é atingir R$ 5 bilhões em vendas anuais em 2019.

A nova plataforma digital da Alatur JTB vai permitir que as empresas clientes façam comparação de preços de passagens e diárias de hospedagem. O mesmo sistema faz o gerenciamento das políticas de despesas em viagens dos funcionários e a efetivação da compra.

A Alatur JTB será remunerada por meio de uma taxa de R$ 4,85 por cada compra fechada.

Segundo estudo do Instituto Latino-americano de Gestão Competitiva, 59% das 83 pequenas e médias empresas que mais crescem no Brasil com sede em São Paulo, ainda não usam esse tipo de serviço.

 

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São Paulo é destino de viagens de incentivo?

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9 de setembro de 2016

Fonte: Panrotas

Em um mundo com tantas cidades praianas e cenários paradisíacos, talvez a cidade de São Paulo não esteja entre os destinos mais visados por aquelas empresas que planejam incentivar funcionários que desempenharam um trabalho acima das expectativas. Em um cenário de crise, porém, esta pode ser uma alternativa certeira para injetar ânimo em um setor trivial da empresa quando tempo e dinheiro parecem ainda mais valiosos.

"Fazemos desde test drive em Ferrari e Porsche na capital até passeio de balão pelo interior do Estado", conta o diretor da agência de viagens de incentivo da Alatur JTB, a Honour, Gilmar Pinto Caldeira.

Dado que a Honour foi lançada em fevereiro deste ano, ainda não há um comparativo anual para estimar o incremento da procura por viagens a São Paulo, observa o executivo de longa data, mas é nítida a busca crescente da capital financeira do País como alternativa de lazer a colaboradores de empresas, em especial, de serviços financeiros e de bens de consumo.

"Bancos se interessam pelos programas. Não dá para tirar 50 ou quem sabe 100 gerentes de agência para viagem de incentivo. Então, o ideal é fazer grupos menores, e com frequência menor, que ficam duas ou até quatro noites".

Antes do aumento da procura da cidade a viagens de incentivo, os grupos ficavam períodos mais longos tanto na capital quanto em cidades de até um raio de 200 quilômetros de distância.

"Antigamente, viagens de incentivo eram relativamente simples, pois ninguém sabia de viagens. O máximo que se tinha sobre isso eram informações sobre a Disney", brinca Caldeira. "Mas hoje o mercado é mais diversificado, e as empresas de incentivo precisam oferecer experiências - algo que a pessoa não consegue por si ou apenas com o dinheiro, como jantar em um vagão de trem, um roteiro intenso em restaurantes sofisticados, experiências sensoriais e lugares de movimento."

Nas programações, além de hotéis de alto padrão e passeios pouco acessíveis, as viagens de incentivo a São Paulo chegam a ter helicóptero como meio de transporte. "Uma nova forma de ver a cidade, de premiar com algo que, se o colaborador tivesse, dificilmente seria junto com as outras atividades descritas no roteiro."

O executivo completa que as viagens permitem escolhas mais personalizadas aos colaboradores de empresas que levam acompanhantes, como passeios individuais ao autódromo de Interlagos para pilotar um carro de Fórmula 1 enquanto o cônjuge desfruta um dia de spa.

 

 

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Confira o vídeo do Workshop Caravelas

8 de setembro de 2016

No dia 20 de maio, a Alatur JTB e o Gar - Grupo Azevedo - Ramirez reuníram executivos no Hotel Meliá Paulista para um workshop interativo. Veja como foi este evento:

Grupo da manhã:

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Grupo da tarde:

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Alatur JTB comemora 25 anos com presença de presidentes da JTB e homenagens a colaboradores

Colaboradores Homenageados

18 de agosto 2015

A Alatur JTB realizou ontem, 17 de agosto, um evento em comemoração aos 25 anos da empresa no Hotel Renaissance, em São Paulo. O acontecimento reuniu a presidência e diretoria da Alatur JTB, incluindo todo o board brasileiro e diretores da japonesa JTB, além de cerca de 250 colaboradores.

Na ocasião, foram homenageados os funcionários da empresa que cumpriram 5, 10, 15 e 20 anos de casa. No total foram 83 colaboradores homenageados, que receberam a premiação das mãos do CEO, Eduardo Kina, do presidente, Francisco Carpinelli, e dos vice-presidentes, Ricardo Ferreira, Marcos Balsamão, Tetsu Suzuki e Alberto Moane.

A JTB foi representada no evento por um grupo de executivos, incluindo presidentes e diretores, que participaram da comemoração. Em discurso, Hiroyuki Takahashi, presidente e CEO da JTB, agradeceu aos presentes pelos esforços por fazer da Alatur JTB uma empresa sólida, afirmando que a empresa japonesa está otimista com as perspectivas de melhora da economia brasileira e que ainda pretende investir muito no Brasil.

Eduardo Kina, em seu discurso, resasltou a história de empreendedorismo que a Alatur JTB representa. “É uma marca muito impressionante. A empresa se iniciou timidamente e sem infra-estrutura em 1991 e hoje tem faturamento de 1,7 bilhão. Francisco, Ricardo e Marcos tiveram a coragem de iniciar esse processo, minha nomeação como CEO foi apenas um capítulo, e é com todo o time de colaboradores que alcançaremos nossa visão de futuro”, ressaltou.

 

Executivos JTB

 

Diretores Alatur JTB

Eduardo Kina Francisco Carpinelli Ricardo Ferreira Tetsu Suzuki e Marcos Balsamão

 

Provedor da ferramenta de reservas online da Alatur JTB recebe certificado inédito no Brasil

12 de agosto

A Argo Solutions, provedora das ferramentas de self-booking exclusivas da Alatur JTB, a AR&B e AR&B Next Gen, conquistou a certificação PCI-DSS (Payment Card Industry – Data Security Standard), que garante a segurança de dados de pagamento inseridos na ferramenta. A Online Booking Tool é a primeira ferramenta do mercado brasileiro a receber esse reconhecimento.


O certificado é cedido por um conselho formado pelas principais bandeiras de cartão do mercado, que estabelecem regras para segurança no armazenamento de dados, principalmente os relacionados a cartões de crédito.


Para conquistar o PCI-DSS, a empresa trabalhou pouco mais de um ano na política de segurança da informação, com medidas de conscientização e prevenção entre os colaboradores, controle de acessos, monitoramento de rede, gerenciamento de vulnerabilidade, além de garantia de impenetrabilidade e confidencialidade dos cartões de crédito.


Conversa com o CEO: ‘Desafio é navegar pela tempestade perfeita’

Kina estadao

09 de agosto de 2016

Fonte: O Estado

Graduado em engenharia elétrica pela Poli-USP, em 1992, Eduardo Kina (foto) considera sua carreira “meio peculiar” por ter atudado em diferentes indústrias. Para começar, nunca trabalhou como engenheiro, embora o estudo na área tenha sido o que lhe abriu as portas para o mercado. Começou ainda como estagiário na sueco-suíça Asea Brown Boveri (ABB), mas já iniciou no setor de desenvolvimento de novos negócios, trazendo para o Brasil produtos e serviços que a companhia tinha em outros países e que teriam mercado aqui. Ficou seis anos na empresa, chegou ao cargo de gerente e foi para a Interprint, também uma joint venture, no caso 50%-50% entre a sueca Bonnier e inglesa Rexam. Novamente atuando na identificação de novos negócios. A companhia, que estava no segmento de formulários contínuos, cheques bancários e cartões telefônicos, acabou mudando o mix de produtos e desenvolvendo o mercado de cartões com chip. Os ingleses se retiraram a empresa ficou 100% sueca e os diretores brasileiros, incluindo Kina, convenceram a companhia a lhes vender 20% , tendo em vista o IPO que estava planejando. Mas em 2008 a companhia foi vendida para a American Bank Notes, posteriormente chamada Valid. Kina saiu, assim como outros diretores. Como a experiência em fusões e aquisições o encantasse, montou uma empresa, a Invistia, para assessorar organizações em processos desse tipo.

No ano passado, foi chamado para comandar a empresa de turismo Alatur JTB, que havia sido uma de suas primeiras clientes e assumiu o cargo de CEO em outubro. Kina diz ser calmo por natureza, o que o ajuda a enfrentar os desafios à frente da Alatur JTB, que tem mil funcionários, está entre as três maiores do segmento e prevê fechar o ano com R$ 1,7 bilhão em vendas. A seguir, trechos da conversa.


Clientes

Um dos meus primeiros clientes, em 2008, na Invistia, foi a Alatur, que estava em um processo de se consolidar. E começamos a identificar empresas que pudessem ser compradas. Fiz algumas transações com a Alatur e em 2013 houve o processo de entrada da japonesa JTD na Alatur, que completa 25 anos agora em 2016. Era uma empresa familiar, 100% nacional, que vinha sendo assediada por estrangeiras querendo entrar no mercado local, e em 2013 aceitaram uma oferta de participação de 47% dos japoneses.

Proximidade

Eu não participei desse processo, porque como Invistia eu sempre participava pelo lado da compra. Mas pela proximidade com os sócios da Alatur, e talvez pelo fato de o comprador ser japonês, e eu tenho ascendência japonesa, eu participei muito de perto desse processo, acompanhei as conversas, procurei ajudar no era possível. Eu tive muitas conversas com os japoneses, não pela transação em si, mas como estava o mercado brasileiro. E acabei criando também uma relação de confiança também com o lado japonês.

Profissionalização

Quando chegou a hora de fazer o processo de profissionalização começaram a avaliar nomes e chegaram a mim, que tinha bom relacionamento com ambos os lados. Eu também tinha experiência em processos de fusão e aquisição. E, ao longo da carreira, acabei desenvolvendo a habilidade, que não é muito comum no mercado, de atuar em sociedades que cada parte tem 50%. Na Alatur, a sociedade é quase meio a meio.

Choque cultural

Acho que venho contribuindo para tornar muito mais suave e eficaz esse processo cultural entre as duas empresas, porque o nosso objetivo dessa junção é ter o melhor dos dois mundos: o ímpeto empreendedor que os sócios brasileiros possuem, de crescimento, arrojo, com a visão de longo prazo, planejamento e disciplina dos sócios japoneses.

Pirâmide

Quando entramos num processo de profissionalização queremos trabalhar na inversão da pirâmide, não queremos ser uma empresa em que há um dono lá em cima puxando toda a estrutura. Temos de empoderar nossos colaboradores, expô-los aos processos de decisão, temos de responsabilizá-los e compensá-los pelas tomadas de decisão, mas é a estrutura que tem de puxar isso. Então, uma das primeiras ações que eu fiz, no final do ano passado, dentro desse processo de profissionalização, não foi trocar pessoas, porque temos um time muito capaz, mas mudar a estrutura em termos de funções.

Estrutura

Antes, era uma empresa muito mais horizontal, não havia ninguém, tirando os donos, responsável pelo resultado final. Havia um diretor de marketing, um VP de operações, havia uma estrutura que se fechava, que se completava somente lá em cima no dono. Então, criei três unidades de negócio distintas com “donos” em cada uma delas. São as unidades de viagens corporativas, eventos e incentivos e a de lazer. Fiz com que cada um dos responsáveis responda pelo demonstrativo de resultados, desde vendas até o lucro, o que antes não existia. Passamos a ter uma estrutura em que ônus e bônus pudessem ser atribuídos a uma pessoa.

Tempestade perfeita

Um outro desafio é navegar pelo que chamo de tempestade perfeita. Temos um cenário econômico e político bastante desafiador aqui no Brasil. As pessoas me perguntam se nunca vive uma situação econômica como esta. Parecida eu vivi, 2001, 2208, só que eu não peguei, e acho que ninguém pegou, uma junção de desafios político e econômico juntos.

Momento transformacional

Outro componente dessa tempestade é que a indústria de turismo vive um momento transformacional muito grande. Temos a questão de como os serviços compartilhados afetam nosso negócio e como vão transformar nossa indústria. Nossa indústria sempre foi muito tradicionalista, o nosso consultor era aquele que atendia telefone e dizia, ‘muito bem senhor, para onde o senhor está indo? Ah, Salvador? Quer ir direto ou fazer uma conexão antes? Fica quantos dias? Já viu hotel?’. Ou seja, era uma relação muito pessoal. E hoje essa relação se transformou em online e mobile. E surge a questão de como nos posicionamos para continuar sendo líder dentro dessa indústria.

Tecnologia

Acho que para enfrentar todo esse quadro é preciso fazer um investimento pesado em tecnologia. Na minha visão, é um mercado que vai exigir um grau de eficiência que, eu me arriscaria a dizer, nenhuma empresa hoje no mercado brasileiro pode dizer que tem. E para ganhar eficiência não há outro jeito, é treinando pessoas, criando uma estrutura organizacional que seja coerente, e regar tudo isso com uma boa dose de tecnologia. Estamos em vias de entrar no ar com o primeiro ERP feito especificamente para o mercado de viagem, que compramos da Totvs. Acreditamos que ele vai trazer um salto de produtividade bastante grande para o nosso negócio. E apesar de todos esses desafios, sou uma pessoa naturalmente bastante calma.


MCI Chile promove discussão sobre cidades sustentáveis em Santiago

Cidades verdes, sistemas de transporte sustentáveis, uso inteligente de energia e tecnologia são alguns do temas que serão discutidos no Do! Smart City Santiago 2016 (DSC), de 18 a 20 de Agosto no Centro de Convenções Parque Titanium, em Santiago. O evento foi criado e promovido pela MCI Chile, com patrocínio do Ministério de Transporte e Telecomunicações, Ministério de Energia e da Agência de Promoção de Negócios do Chile junto à Prochile – Agência de Promoção de Exportações.

“Esperamos que o Do! Smart City se estabeleça como uma referência para esse tipo de atividade na América Latina”, disse Lorena Santana, Diretora da MCI Chile. Segundo Lorena, a chave para esse evento é a integração de vários players que criam cidades mais inteligentes e sustentáveis, tais como autoridades, empresários, estudantes, especialista e, mais importante, cidadãos que vivem e trabalham em diferentes cidades e comunidades do Chile.

“Os cidadãos serão protagonistas neste evento”, explica Santana, salientando que no dia 20 de agosto haverá um dia especial para eles. “Será uma oportunidade única para experimentar e dar forma às cidades inteligentes, descobrirem seu papel nas mudanças em espaço urbano, e darem informações e ideais para autoridades, empresas e centro de pesquisa que se esforçam para co-criar cidades do futuro”.

Durante os primeiros dois dias de encontros, mais de 60 experts locais e estrangeiros se reunirão para discutir e responder questões levantadas por grandes cidades. Alguns dos tópicos são mobilidade, construções verdes, energia sustentável, e novas tecnologias aplicadas a cidades e políticas públicas.

O evento também inclui uma mostra de mais de 3 mil metros quadrados que irá reunir 90 exibidores em áreas designadas para inovadores, pequenas e médias empresas, universidades chilenos e estrangeiros, além de iniciativas públicas e privadas que querem dividir suas iniciativas com a comunidade. Todos estarão reunidos em uma quadra da cidade, onde algumas iniciativas serão apresentadas, como carregadores solares para celulares, sistemas de reciclagem e uma BMW elétrica que circulará em praça local.

Para mais informações do evento, visite www.dosmartcity.com

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Jogos são negócio sério para a MCI Brasil

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Fonte: Exame.com

Jogos de computador não são brincadeira de criança. Pelo menos, não para a MCI Brasil, braço nacional da empresa suíça de eventos, que espera crescer 15% em 2016. Ela firmou uma parceria com a Campus Party, festival de tecnologia, empreendedorismo e inovação voltado para o público jovem.

Outra parceria foi firmada com a Eletronic Sports League, maior empresa de esportes eletrônicos do mundo. A companhia trará para o país o ESL Pro League, eventos mundial do jogo Counter Strike.

A MCI Brasil, que atuvava principalmente na área de saúde, elegeu o setor de tecnologia como o foco para o crescimento nos próximos anos. “Observamos que alguns setores foram menos afetados pela crise econômica no Brasil: tecnologia, infraestrutura e agronegócio”, afirmou o presidente da MCI Brasil André Carvalhal.

Ele acaba de assumir a presidência da companhia e terá 30 dias de transição. Juliano Lissoni, que ocupava essa função, será diretor geral da MCI do Canadá.

Hoje, a filial brasileira representa 5% do faturamento da matriz suíça e deve faturar R$ 250 milhões até 2018. A companhia global faturou 412 milhões de euros no último ano e está presente em 30 países e realiza cerca de 5.000 eventos anualmente.

Nos últimos anos, a MCI Brasil fez 4 grandes aquisições para ganhar espaço de mercado. Segundo Lissoni, as aquisições foram responsáveis por cerca de dois terços do crescimento da companhia.

Segundo o executivo, o mercado brasileiro de eventos é fragmentado, formado principalmente por pequenas e médias empresas. "Não há uma companhia que seja líder ou mesmo que concentre grande parte do mercado. Por sermos uma empresa global, acreditamos que temos grandes oportunidades de crescimento".

Agora, o objetivo é "colocar a casa em ordem" e integrar as companhias incorporadas, mas sempre de olho no mercado.


 

Os desafios das empresas com sócios de países diferentes

 

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Fonte: Exame.com

A entrada de um novo sócio na empresa sempre gera mudanças na organização e gestão. Ainda mais se o executivo vem de outro país, com cultura, língua e costumes completamente diferentes.

Do aperto de mãos a reuniões e planos para a empresa, os hábitos são outros e, até chegar ao meio termo, muitas brigas e desentendimentos podem acontecer.

Enquanto brasileiros planejam a curto prazo, dadas as dificuldades econômicas – e nem sempre cumprem o cronograma – asiáticos pensam no futuro da empresa em 20 anos e americanos são bastante rígidos com a agenda, por exemplo.

Além disso, nem sempre as brincadeiras nas reuniões brasileiras são bem percebidas lá fora, mas podem ser uma arma forte para integrar e quebrar o gelo em situações de tensão.

Planos para 1 ou 50 anos

Parte da brasileira Alatur foi comprada pela japonesa JTB em 2013, marcando a entrada da empresa de viagens corporativas em um grupo multinacional e bilionário.

Depois da aquisição, veio o momento de pensar no futuro. Foi também a hora do primeiro impasse entre os sócios.

Enquanto os japoneses queriam prever onde a companhia estaria nos próximos 50 anos, os brasileiros só traçavam planos no curto prazo, de no máximo 2 anos.

“No Brasil, não basta a vontade de crescer e fazer acontecer. Também dependemos das dificuldades do país, que não podemos controlar”, afirmou Eduardo Kina, CEO da companhia. Por fim, conseguiram chegar a um planejamento para até 2020.

Outra dificuldade entre os sócios foi em relação a tomada de decisões.

Um traço cultural japonês, segundo Kina, é ouvir muito e balançar a cabeça durante a explanação do outro.

Os brasileiros interpretavam esse sinal como uma concordância com o que estava sendo apresentado. No entanto, para os sócios asiáticos aquilo significava apenas que estavam prestando atenção.

O projeto ainda seria levado para a matriz no Japão e a decisão só seria tomada em conjunto, o que deixava os brasileiros confusos. “No Brasil, os diretores têm mais autonomia para decidir”, diz Kina.

Alatur JTB recebe a Tocha Olímpica

Na última sexta-feira, 15 de julho, a Tocha Olímpica passou pela Alatur JTB. Em uma ação realizada pela companhia aérea Latam, os colaboradores do escritório do Edifício Itália, tiveram a chance de tirar uma foto com o objeto oficial dos Jogos Olímpicos. O Comitê Executivo também fez parte da ação. Veja algumas fotos:

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